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O ofício de "Jornalis tear" é dedicado a costura de tantas linhas
Costurar o que nem sempre conseguimos no objetivo final
Mas sempre defendendo o objeto eleito em questão
Pautado e pausado
Feito artista principal na encenação.
Colocamos sempre nas agulhas dos teares
Linhas finas e grossas
E em nossas mãos no primeiro momento
Iniciam tortas, agonizantes e mortas
Depois suamos e damos vida as cores das linhas
Ajustando-as no desenrolar do cozer de costuras postas e
impostas e finas
Nesta fábrica “ têxtil”
Há tantos textos a construir e tantas feituras
Que fábrica de lindezas e loucuras
Sempre.
Digo sempre:
Não há pagamentos justos para
compensar
Mas o Jornalista toma o ofício de artista
No seu tear e em suas linhas
Para cozer na vida e de fato costurar
O que não lhe cabe e passa a se importar.
Oficio de “Jornalis tear”
Cada colcha, cada manto
Destronam demônios
Descobrem cada Santo
Grande compositor de tantas obras
A verdade lhe sobra
No ofício do cozer
Grande escritor de tantos momentos
Raramente sabem do seu riso e do seu pranto
E na sua geladeira vazia ao anoitecer
Na cama comprida ao adormecer um esquecer
Compartilho assim:
“Jornalis tear” sou feliz por ser você.
(T. de S.)

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