Depois de um dia exaustivo e de muita peleja em tentar arrumar a difícil
tarefa em abocanhar uma parte da publicidade para quem trabalha com comunicação, os
pensamentos dispersos pairam sobre qualquer tema.
O noticiário de fundo fala sobre sobre muitas dúvidas: cortes de programas
assistencialista que beiram a depressão, vírus que mechem em novos corpos em formação, mal estar generalizado no mundo, etc,... com tantas curvas, uma reta seria
melhor do que um precipício em tempos de tantas incertezas. Que abatedouro.
Volto aos temas e pensei sobre: Imaginação, Anonimato e Devaneio.
Qual palavra, das três, pesa mais?
Do Anonimato, matuto que a polícia, ou a Lei, que não permitem que as
pessoas andem mascaradas, assim deveriam adotar para quem não dá
nome aos bois ou o Boi que não quer mostrar a fuça. Mas...eu somente rio.
Porém o perfil do Devaneio e da Imaginação entram em cena e pensam que as pessoas não querem mais discutir nada, tudo se tornou um mata-mata.
Não há mais, em larga escala, um compartilhamento de idéias, e sim imposições.
Ao que parece tentam superar como produtos da criação da mente, situações
vividas ou não, para uma sala ou quarto fechado, onde este “Anônimo” alimente o
seu quartel do ataque de qualquer intruso.
Para quem trabalha com roteiros, palavras, livros, e por ai vai, sabe
bem como funciona as escapadelas de um sonhador. É surpreendente as saídas utilizadas por quem está por trás de uma boa “estória”, ou a frente de uma grande “história”.
Quem paga mais caro por quem consume este produto sempre é o que foi
prejudicado pela criação de um zelador de sonhos. Estes que ficam por trás da
fechadura olhando a vida passar em buracos estreitos não pode ter a visão e grandeza, para iniciar, em um telescópio criado por Newton.
Peguei o controle e vi as pegadinhas da vida controladas por meus dedos.
Desliguei a tv e fui até a varanda.
Lá embaixo não diferenciava do que eu estava vendo a pouco.
Eram destaques, manchetes com exclusividades para quem quisesse no mundo
tudo. Agradavam leigos e entendedores.
Nesses momentos que a simplicidade encanta e se destaca ante minhas lembranças de um apartamento vazio e um colchão no chão. Devaneio.
Retomo a analise e observo os cortes de amizades, estratégias de destruição de pessoas a curto prazo,
doações a pequenos grupos para inflar os tickets de “bons moços” das grandes
empresas, pessoas querendo ser estrelas em céus caídos, outros querendo
alcançar seu milhões.... Quantas constelações.
O que acontece quando uma pessoa cai no chão?
Algumas pessoas levantam e se conformam, outras levantam e aceitam
ajuda, poucas ficam sentadas e choram, raras levantam e põem fim aos medos e
correm para assegurar que esta foi apenas mais uma de tantas quedas que não
irão parar quem quer avançar.
Imaginação? Eu tenho.
Anonimato? Sem cogitação.
Devaneio? Inúmeros.
Agora: Vontade? É a maior das representações: Already told the evil old man!
kkkkkkkk
Tenho dito
TS

Comentários