As letras, em meu teclado, me olham. Elas, por hora, me deixam sem entender muito bem o motivo pelo qual o ser humano tende a ser este algoz eterno de todas as espécies vivas no planeta terra....
As letras, em minha mente, por hora, me deixam sem vontade de buscar palavras em encontrar explicações para o cultivo exagerado do progresso disfarçado de mortandades nos quatro cantos do mundo...
As letras, em minha boca secaram.
Tudo por decepção de uma sociedade brasileira sem memória.
Esquecemos fácil essa história mal contada...
Tudo por decepção de uma sociedade brasileira sem memória.
Esquecemos fácil essa história mal contada...
As letras, em meus dedos, deslizam de vergonha por esquecimento de um país que não tem paz e nem orgulho do que se tornou. E ainda autorizamos representantes desta nação dos esquecidos....
As letras não são necessárias.
As letras necessitam.
As letras necessitam.
A dor continua em cada canto.
Ôh,companheira fiel!
E haja história m rostos cansados de tanto esperar por uma dia melhor...
Realidade moribunda com 2 reais no bolso que cruzam um balcão para comprar um café preto no inicio de novos desafios para a perpetuação da ilusão vendida como "futuro de um amanhã melhor e que avança rumo ao sucesso".
Ôh,companheira fiel!
E haja história m rostos cansados de tanto esperar por uma dia melhor...
Realidade moribunda com 2 reais no bolso que cruzam um balcão para comprar um café preto no inicio de novos desafios para a perpetuação da ilusão vendida como "futuro de um amanhã melhor e que avança rumo ao sucesso".
Um povo feito os waimiri atroari, os kanji (em parte) dizimados na época da ditadura e que nem tiveram quem investigasse seus mortos perdidos durante a construção da BR 174 e a Hidrelétrica de Balbina (hidrelétrica que nasce obsoleta), e tantos milhares de outros mais e mais brasis.
Somos um país de "vergonhas" e sem vergonha do seu próprio povo.
Matamos nossos antepassados e não preservamos o pouco que nos sobra do que fomos e somos (se é que isso vale algo).
Matamos nossos antepassados e não preservamos o pouco que nos sobra do que fomos e somos (se é que isso vale algo).
A grande piada, em tudo isso, é que para povos que nada tem a contar, nem mesmo o esquecimento serve de elo para avançar.
Tenho dito
T.S
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