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O ferimento sem bala.


O ferimento 'a moral, valores, corpos e mentes humana são necessários para o crescimento e perpetuação da espécie.

Será?.


Nascemos vermes, nos tornamos humanos, e ainda assim, continuaremos vermes-humanos.
A igualdade é necessária para desrespeitarmos a individualidade que, as vezes, é um exagero desnecessário..
O orgulho tornou-se um troféu.
A ganancia sinônimo de glória.
A ambição uma chaga.
O amor um negócio.
A modéstia um atributo.
O exibicionismo uma virtude.
O conhecimento para adquirir vantagem.
A  beleza uma moeda.
A "consciência" palavra que designa o maior projeto de domesticação coletiva da espécie.
Uma lástima tudo isso. 
Mas contra fatos os argumentos se tornam escassos com o tempo.

O homem aprendeu achar normal sentir-se bem no fundo do poço e feliz no lodo. 
Excelentes locais para vermes-humanos habitarem.

A espera de uma "pseudo igualdade" muitos ficaram pelo meio do caminho.
Muitos escritores estão revirando seus túmulos.
 
Agora é a era das estrelas e fome de holofotes.
O que antes a arte era sinônimo de alerta e acordar para a sabedoria hoje se tornou "verdades mentirosas" que assassinam os gênios.
Afinal, para que tanto se sempre iremos ser escravos dos vermes-humanos? 

.
Admiro a raposa que sempre se deu bem ao caçar a fofinha ovelha. 
Nunca respeitou o pastor na hora do bote e muito menos a ovelha.
A raposa, assim como a ovelha, morrem por morrer, nunca pela caça e pelo motivo da caça e nem pela necessidade de contar a sua história. 
Morre quem não caça.
Morre quem conta histórias
O olhar do mais ousado sempre estará além da Moral e dos vermes-humanos.
Infeliz de quem não caça.




P.S.:Estou adorando os pelos de loba que descobri debaixo da minha capa de verme-humano.





Tenho dito.
TS



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