“Quem procura acha”...Tão antigo esse ditado, mas faz um
sentido profundo em quem ainda não encontrou o que busca e nem a si. Procurar no outro um resquício de si é correr léguas do conhecimento e aproximar-se do desconhecimento. Uma traição 'aquilo que carregamos de mais
precioso: Vida.
Esse DNA tão precioso, barganhado por tão poucas migalhas de
atenção, empurra-nos para além da nossa vocação maior, que é crescer com nossos erros
e acertos, nosso bem e nosso mal. Eles são nossos.
Diariamente há uma luta constante entre esse “Deus” criado por condicionamentos, desde o ventre de nossa mãe, e o “Diabo” criado pela vida.
Quem é o “Deus” e o “Diabo”?
Quem criou o que?
A vida ou a família?
A humanidade ou a linguagem?
Diariamente há uma luta constante entre esse “Deus” criado por condicionamentos, desde o ventre de nossa mãe, e o “Diabo” criado pela vida.
Quem é o “Deus” e o “Diabo”?
Quem criou o que?
A vida ou a família?
A humanidade ou a linguagem?
Somos a repetição de tudo o que foi condicionado.
É um trabalho de formiguinha permitir que a nossa morada tenha somente o que precisamos.
No final sempre vai valer a pena.
Afinal somos sozinhos em tudo mesmo, certo?
É um trabalho de formiguinha permitir que a nossa morada tenha somente o que precisamos.
No final sempre vai valer a pena.
Afinal somos sozinhos em tudo mesmo, certo?
Todo moralista, mentiroso nato, carrega a sua verdade, e brada
aos quatro cantos do mundo, e por onde ele pensa e passa, o seu veneno preferido:VAIDADE.
Moralistas sempre são bons em
marketing pessoal. Sabichões por vocação, são falsários incorrigíveis e
inigualáveis.
Todo bonzinho é tirano olhando mais detalhadamente.
Eis características visíveis em um moralista.
Todo bonzinho é tirano olhando mais detalhadamente.
Eis características visíveis em um moralista.
Porrada
Os pensamentos mais antigos,
são os que futuramente
irão assombrar.
São as chagas em um leprosário.
Feito o coração de uma criança
que se divide entre deuses e brinquedos.
A família, as vezes sem perceber, é a primeira sociedade a assassinar os
sonhos.
Feliz daquele que aprendeu a brincar com deuses e demônios, e no final,
enterrou os restos mortais das suas deidades.
Continuar com brinquedos nos
permite ter asas.
Controle, sempre mata e perde pedras preciosas para a ignorância.
Ignorância que gerada pela própria repressão.
Calo.
Calas.
Então canta, Maria Calas!
Se canto nunca será do meu feitio ficar no canto.
Tenho dito,
T.S.


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