Nunca fui minada pelos meus pais.
Na década de 1970 todos estavam com pressa.
Ali foi um reflexo do que teríamos pela frente: pressa, falta de tempo para o amor e muita disposição para a substituição.

Então..
O que sobrou foi andar meio sem jeito naquele frisson da minha família e no mundo querendo mudar aqui e acolá.
Parecia uma corrida do certo pelo errado ou do errado pelo certo constantemente.
Insatisfação generalizada o tempo todo estampada na cara das pessoas.
Todas as dúvidas? Vixi! Retirar pra que? Substituí esse negócio que dá mais pé!( que merda, viu!)
O que veio a seguir?
Essa sociedade do ter as coisas e nada Ser.
Até escrever muito, hoje não é permitido.
Ler muito e tudo, nem pensar...
Falar sem parar, uma aberração. Coisa de butequeiro.
Amar sem medidas..hum...ficam colocando bedelho em tudo.
Ficar de preguiça.. ahh...artigo de luxo!
Não trabalhar, coisa de malandro.
Fazer arte sua e não arte com conceito, ficar falando errado, ser um qualquer..
Hoje, somente hoje, querem que sejamos produtos e mais produções produzidas por frustrados dos idos de 1970000000000000....
nos tornamos padronizados de mais... Pregos demais... se não for destas formas citadas,,, nunca caberemos em bolsos de corações.
Pega, vagabundo!
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Na década de 1970 todos estavam com pressa.
Ali foi um reflexo do que teríamos pela frente: pressa, falta de tempo para o amor e muita disposição para a substituição.

Então..
O que sobrou foi andar meio sem jeito naquele frisson da minha família e no mundo querendo mudar aqui e acolá.
Parecia uma corrida do certo pelo errado ou do errado pelo certo constantemente.
Insatisfação generalizada o tempo todo estampada na cara das pessoas.
Todas as dúvidas? Vixi! Retirar pra que? Substituí esse negócio que dá mais pé!( que merda, viu!)
O que veio a seguir?
Essa sociedade do ter as coisas e nada Ser.
Até escrever muito, hoje não é permitido.
Ler muito e tudo, nem pensar...
Falar sem parar, uma aberração. Coisa de butequeiro.
Amar sem medidas..hum...ficam colocando bedelho em tudo.
Ficar de preguiça.. ahh...artigo de luxo!
Não trabalhar, coisa de malandro.
Fazer arte sua e não arte com conceito, ficar falando errado, ser um qualquer..
Hoje, somente hoje, querem que sejamos produtos e mais produções produzidas por frustrados dos idos de 1970000000000000....
nos tornamos padronizados de mais... Pregos demais... se não for destas formas citadas,,, nunca caberemos em bolsos de corações.
Pega, vagabundo!
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O que é a pureza da alma¿
Lembro como se fosse hoje aquela sala de casa...
Quando pela primeira vez dei conta daquela canção...
Mãos na nuca deles. Sussurros...
Boca na boca... sem parar...
Boca na boca... sem parar...
Movimentos tão suaves, melados..
E a música deslizando nas mãos, cor, pele, suor em cada detalhe..cheiro forte...
Sala sem teto..
Parede de som entulhada de vinis..
Casa sem chão de limpeza... urinas,cervejas....
Comida sem fogo.... requentada...
Mãe sem voz e pai com violão..
Vozes...
Gritos..risadas...
Som e sons...
Vozes...
Gritos..risadas...
Som e sons...
Sussurros abafados... tudo ali bem a minha frente .... explodindo e deslizando
sem parar...
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Foi em 1978 a data certa.
Foi ano que dançaram a canção de setembro
Com o chão molhado de trepadas.
Com o chão molhado de saliva e suor..de gozo.
Noite e dia sem parar
Foi em 1973
Foram os anos de verão.
Foi um invernos logo depois de tudo.
Mas o verão de 70 sempre vai ser meu rock e nostalgia.
Afinal..quem carrega sons dentro de si, não precisa dizer somente cantar.
===== ...
Tenho dito
TS
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