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ENCHENTE- PARTE I


Caros, seguidores(as) do meu blog, e páginas na internet.
A vida é dose!

Dose de Rios e mais águas.
O fenômeno da enchente e vazante é sazonal na Amazônia. De junho até dezembro temos a seca (descida dos rios de Dezembro a Maio) e pegando metade de junho e seus repiquetes temos a cheia (subida das águas do rios), não sabemos nós caboclos da Amazônia brasileira, qual situação é pior, no que conserne: habitação, moradia, acesso, deslocamento, saúde, produção, entre outras dificuldades, do dia a dia em geral do habitante das populações tradicionais, o ribeirinho, o índio, o caboclo Do Norte.

Minha irmã, Adriana disse-me hoje: -Mana, minha casa está pra ir para o fundo. Ontem deu uma chuva tão forte que de hoje acho que não passa.E ainda tenho que subir tudo que tenho para não estragar.

E isso minha gente, não dura somente um dia ou dois. São meses para as águas dos rios da Amazônia baixarem e no ano seguinte tudo de novo.
O caso da minha irmã é um entre centenas de milhares de moradores das populações tradicionais. Atentem para o fato.
O que podemos fazer? FAZER.

Hoje temos como trabalhar em conjunto com órgãos e instituições de climas e previsão de tempo e temperatura e outros, que possam amenizar as catástrofes e sofrimentos.
Estas instituições executam o monitoramento e a prevenção, antecipação dos fatos, repito antecipam o que pode vir a ser, em determinados período e época, eøu local. Já é algo e muito significativo para que os responsáveis, poder público e privado, possam trabalhar com precisão e baixos números de erros junto ‘a populações.

Este mês ainda retorno ao meu querido município de Codajás e de lá enviarei fotos de como se encontra a realidade atual.
Força gente do beiradão.

Era Arcaica não mais, minha gente. Somente nos livros de História para servir de base para a evolução e sim o devido progresso da humanidade e não ao regresso e a estagnação. 


TS

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