Foto Amandha Souza.
Não existe caixão de dois.
Nascemos sós e morremos sós.
É uma viagem solitária.
Somente temos que amar os outros como nos amamos.
Mas, como amar?
Não nos concederam fórmulas para que nos amassemos.
Ser lógica consigo para saber, ser amorosa consigo para sentir, saber subtrair as experiências, e, colher as sabedorias que a vida nos apresenta.
Parece um problemão!
Mas se olharmos bem de pertinho nem é assim.
Todos os dias mudamos, emoções diferentes, desafios diferentes.
Mas lá, estamos nós. Sozinhos de novo e com nosso melhor amigo= O Eu.
A verdade é que nunca nos abandonamos.
Aí, é quando descobrimos o tal do "Amor próprio".
É uma verdade tão forte que acalma o nosso coração no final de tudo.
O EU comigo, é uma entrega singular.
Taí!
Isso é o amor próprio também.
O meu caixão.
Feito você, eu.
Nos ensina a entrar e ficar confortável no nosso Caixão.
Conhecer o meu Caixão "vida" é grandão.
Somente cabe escolher o que colocar dentro.
Esta viagem tem que ser impecável, verdadeira e entregue no Caixão nivelado!
Na viagem levaremos somente o Eu e o nosso Caixão.
Aqui jaz uma dúvida. Agora existe o Nivelar-se da emoção com a razão.
(T. de S.)
Em homenagem ao meu querido amigo, Bruno Marzzo e minha filha Amandha Souza.

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