
Amazônia x E-comerce
A internet, certamente, nos dias atuais é um dos melhores comércios.
O que antes parecia impossível, hoje com alguns clicks conseguimos não somente adquirir produtos e ter acesso a artesanatos de algumas regiões do Brasil e ainda como bônus adquirimos informações sobre cada um dos estados que nos fornecem maravilhas. Prova viva do que ainda nos reserva pela frente de um mercado silencioso e ágil, que as mídias tradicionais não exploram com profundidade.
Acreditando cada vez mais nesse potencial de mercado, alguns empresários do Norte do País, a exemplo o Estado do Pará, que caminha a frente em qualidade e lançamento, do que os demais estados do Norte do Brasil apresentam uma infinidade de artesanatos, sejam eles, brincos, produtos naturais orgânicos, artes plásticas, cerâmicas, cosméticos, canto, dança, entretenimento, atreladas a variadas atrações turísticas e hospedagens em lugares paradisíacos. Um contraponto. O Pará, como outros estados do Norte do Brasil, a cada dia que passa, como se sofressem uma praga conjunta, é assolado por explorações desenfreada do Pólo Madeireiro, extração em garimpos a céu aberto, exploração sexual infantil, conflitos de terras... E por ai vai. Mesmo com tudo e por tudo, o Pará não perde a sua beleza e particularidade.
Registro também, o estado do Amazonas que deu um salto em qualidade e produtos do seguimento, prometendo incrementar cada vez mais no setor. Apostas que virão em breve, não somente assinados com o aval da Zona Franca de Manaus, a citar a ousadia e parceria em centros de pesquisas, tanto do INPA, quanto do Emilio Goeldi, dois grandes centros de pesquisas na Amazônia que transformam o conhecimento popular por meio de seus estudos, possibilidades para atividades econômicas na Amazônia. E óbvio, parceiros como financiadores, Bancos e o apoio do SEBRAE, que preparam novos “empresários de Negócios da Amazônia”, trocando em miúdos, definitivamente, em “os empreendedores dos negócios da Amazônia”.
Precisam investir mais, abrir novas linhas de créditos, disponibilizarem acessos para a população, fomentar no Norte, novos horizontes. Negócios oriundos desses centros de pesquisas. Orientar o pequeno produtor a expandir o que aqui já exercem. Tornar municípios da região norte do país exportadores do seu produto. Resultado: renda para o ribeirinho a curto, médio e longo prazo. Uma forma de deixá-lo em sua terra natal e cuidar do que possui a milênios, o saber tradicional, o seu povo, a sua história.
Tudo com um click. Somente um é o inicio de uma viagem vasta pelo interior da Amazônia.
Decididamente é um Olhar diferente sobre a Amazônia.
Dos amazonidas para o mundo encurtar distâncias.
Ao meu ver o que parecia ser o principal entrave do desenvolvimento da Amazônia, caiu por terra faz tempo- “o desconhecimento”. Hoje, a realidade está ai, encurta distâncias e unifica continentes. Com as redes sociais midiatizou-se o entendimento e o acesso não somente para brasileiros, mas para o mundo ver e ouvir.
Te cuida Amazônia. Boa sorte.
Olhada básica para gamar. Eu estou apaixonada há 37 anos! Cada um dos sites abaixo é responsável por seu conteúdo.
www.copaamazonia.com.br
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