Olá queridos e estimados amigos que aqui visitam meu blog.
Sintam-se bem vindos.
Desde já, eu, Tatiana Sobreira, agradeço o tempinho que passam em ler minhas pequenas linhas em meus tantos a,b,c,d,e,f,g,h.....
Grandes e pequenas frases. Mas, estou de volta, com várias reticências que existem em dados momentos que balançam nossas cabeças. Esse negócio de blog é uma delicia mesmo. Que situação mais democrática.
São quase duas horas da manhã.
Em minha mente e em meu coração não figuram tristezas, mágoas, felicidades, medos, solidões.....falo todos no plural, porque aparentamos sentir no decorrer da vida como se todos os adjetivos fossem os nossos anos de vida que se passam....Assim, assim...Ufa!
35 anos.
35 anos de hormônios amadurecidos.
Até que ao som de Rachmaninov tudo se torna mais belo e mais leve.
Pronto! Encontrei a palavra certa.
Eis que minha postagem após tantos meses sem fazê-lo, encontro o nome.
- Leveza.
Falo sim, l e e e e e ve.
De mansinho eu falo. Escrevo bem leve.
Tudo que me vem à cabeça nesse momento pós-campanha política onde nosso tão amado País passou por transformações das quais teremos um breve diagnóstico daqui a bem pouco tempo, onde nossas ações se farão serem vistas em um simples ato leve de votar...
O que me vem é tão somente a leveza.
Percebem?
Tudo é leve.
Tudo começa sem que nós percebamos.
O simples fato de ser leve ou acontecer leveza, em operarem-se mudanças internas, ou não. Paixões ou não. Medos ou não. Fraquezas ou não. Amor ou não. Ódio ou não, etc...
Tudo inicia de forma, leve.....devagar....delicada....
Neste blog eu sempre tenho o hábito em falar sobre a nossa tão querida região norte.
Às vezes até não me sinto contente em falar o nome dela: Amazônia.... Não que ela não seja bela, não que ela não seja forte e merecedora. Mas, sabe quando algumas pessoas falam “eu te amo”da boca pra fora?
Pois é! É simplesmente o que eu sinto quando algumas pessoas abrem suas bocas para pronunciarem ou escreverem sobre a minha terra e até sobre sua gente também. Falam sobre nós, eu, você que me lê agora. Sobre a minha caboquinha terrinha. Ela( Amazônia), viu como foi leve? Levemente e por tanto já passou e tanto ainda terás a ti aguardar...O que assim fazer se nem todos sabem ser leves, amar, temer, sofrer, sorrir, lutar, perder, vencer, ser vencido e tido e julgado como assim o fazem com a a Amazônia, de forma, as vezes singela e outras brutal??
Amazônia que começou a milhares de anos, levemente, passo a passo, com uma simples forma de ser o que queria ser. Somente ela: AMAZÔNIA...
Realmente, um doce amigo tinha razão, ele fala que as coisas na vida acabam se acomodando no tempo e na medida certos, nós é que sempre apressamos tudo, ou colocamos tudo a perder.
35 anos.
Tudo se transforma mesmo.
Pediram para que eu escrevesse sobre o ato de votar, a crise econômica mundial, sobre o desenvolvimento sustentável que parece nunca mais sair de moda e nem avançar, sobre a desgraçada forma em que avançam as drogas, prostituição, violência, descaso com os interiores na Amazônia em infra-estrutura em todos os sentidos...Se nem todos entendem o significado da palavra “interior”como irão tentar entender o interior da Amazônia??
Escreverei sobre leveza mesmo.
E cadê a leveza??
Leveza para tocar os corações apressados de poder.....
Aqueles que querem o poder sem poder...Somente podando as leves pessoas que querem lugares condizentes com o século XXI e que mesmo assim merecem, tem o direito de ter a leve certeza que o conhecimento do seu chão, o reconhecimento do seu trabalho, o pão de seu filho, o valor de uma amizade, o sorrir ao passar na rua da frente em sua cidade no interior e cumprimentar à todos de forma simples e verdadeira e que o mesmo tem sua família segura em seu lar, que o homem da cidade grande sempre terá alegria e orgulho de ser o que ele é, igual a todos os outros de seu estado e a continuar a bem receber a todos com carinho e amor agindo da mesma forma que sempre o fez, com generosidade e hospitalidade e que agindo assim não será tido de forma pejorativo e nem interpretado de forma errada, que a Amazônia sempre será quente e abundante, com pessoas participativas que querem o bem da mesma e auxiliam em sua divulgação e em investimentos para o bem estar coletivo...
- Sem pompas, mas com propriedade...
- Sem pompas, mas com prioridade....
Tantos livros que lemos e que buscamos formas e formas através de estudos para calar corações que acreditam amenizar outros corações menos favorecidos em suas escolhas.
Fazer esse trabalho dentro de um País com regiões tão distintas torna este lugar, o mais maravilhoso do Mundo.
Fazer esse trabalho dentro de um País com regiões tão distintas torna este lugar, o mais maravilhoso do Mundo.
O meu “Leve Brasil”, o meu “Brasil me Leve, na leve levada de seu jeitinho.”
Tenho um amigo que sempre gosta de ler minhas frases no MSN...
A do momento que adoto, e já faz um bom tempo é: “Né que é, né? Nem todos suportam o meu lado B”. Nem todos suportam o meu “Brasil”, jeito leve de ser.
Aqui na Amazônia nem todos se suportam ou a suportam. Aqui no Brasil nem todos a suportam. Aqui neste mundo nem todos a suportam. Mas aqui neste Universo milhares te amam.
Dá vontade de rir.....kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk(RS)
É o que farei e faço. Leves risos, vários e de formas livres e descompromissadas, mas com a plena certeza de está feliz.
Falei de forma leve e direta com você agora.
Saindo de Rachmaninov, passando por Pachelbel, e um bom farfalhar dos sons da natureza ao som de Imbaúba, eu brindo à minha madrugada, a coragem, ao amor, à leveza, a vida que sempre se inicia em meu coração e sem o menor pudor em admitir que não existe um pingo de vergonha em admitir, obrigada por ler o que escrevi.
Né que é, né?!!
...............rs
P.S.: Dia 18 de Novembro.......GRAVAÇÃO DO MEU PROGRAMA DE RETORNO À TV, LOCAL PONTA NEGRA, HORÁRIO À DEFINIR. OS MANTEREI INFORMADOS....
Beijos e obrigada queridos.
Agora pesquisarei mais sobre nossa terrinha Chamada Amazônia e voltarei a postar.
FIQUEM NA PAZ!!!!
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