“TENHO FOME MÃE! A FOME DÓI TANTO QUE EU NEM SEI MAIS O QUE É DOR, SOMENTE A DOR DE NÃO TER NADA ADQUIRIDO! (anônimo)”
Hoje, a minha postagem fala sobre a necessidade de serem atendidas as fomes.
Hoje, a minha postagem fala sobre a necessidade de serem atendidas as fomes.
Há relatos na mídia Impressa, televisiva, radiofônica, internet, panfletagem, etc., em defesa do Meio Ambiente e da Amazônia.
Atentemos a parâmetros de um bem maior que permeia as civilizações e suas transformações, desde que o mundo é mundo, desde onde se tem conhecimento da escrita e da liberdade do saber.
Porém, antes de tudo, atenho-me a todos os movimentos que fazem em prol da defesa do Meio em que vivemos a da extrema relevância para a existência do que nele habita. Inclusive o Humano.
Interligo todo o processo. |Todos dependendo de tudo.
Destaco a necessidade da igualdade na educação e na alimentação do Homem com os demais estados naturais de onde habita e de tudo o que nele existe.
Muitos afirmam que: “O Homem é aquilo que consome, o que come, logo, será o que pensa e o que diz, se fará ação...O Homen é produto do meio...” E por ai vai
O Humano adoece o ambiente e adoce a sua esécie.
O Humano adoece o ambiente e adoce a sua esécie.
Todas às patologias, doenças do corpo que são apresentadas, segundo relatos da ONU (em alguuns países erradicadas, noutros se apresentam em auto estágio de contaaminação):
- desnutrição, anemia, sarampo, cólera, HIV/AIDS, IST´s, Poliomielite, Bócio (papo), Carência de vitamina A, Cárie dental e falta de micronutrientes (zinco, ferro, iodo, etc.)
Faz-se necessário, relatar também, informações apresentadas pela Agência de Comunicação, BBC de Londres, que apesar de apontar a redução de casos de subnutrição em mais de 30 países, o novo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre a fome no mundo diz que a falta de alimentos mata uma criança a cada cinco segundos, quadro apresentado em pleno século XXI. Um paradoxo com tudo que se apresenta de riqueza em alguns países.
A fome e a desnutrição, diz o relatório, levam à morte todos os anos mais de 5 milhões de crianças, a maioria (mas não somente) nos países em desenvolvimento.O documento diz ainda que a fome e a desnutrição custam cerca de US$ 15 bilhões anuais em dispensas médicas todos os anos. O relatório mostra que há estimativas de que 15 países da África e na América Latina poderiam reduzir a subnutrição pela metade até 2015, ao custo de US$ 25 milhões por ano.
Pasmem, mas segundo um Relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), recentemente publicado, mostra que nos últimos 30 anos, o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,00 duplicou nos países menos desenvolvidos.
Para a agência da ONU, o dado mais preocupante é a tendência de que esse número aumente até 2015, quando os países menos desenvolvidos poderão passar a ter 420 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já tem um consumo diário de apenas 57 centavos de dólares, enquanto um cidadão suíço gasta por dia US$ 61,9. Na África que é devastada por secas e cheias, mas, sobretudo, por guerras civis (entre 30 e 40 no final do século XX), todo o continente africano parece ter mergulhado no abismo. Terminados os conflitos o terror não termina nas zonas rurais, onde a presença de minas e de munições não explodidas constitui uma ameaça permanente à reconstrução das comunidades rurais. A situação está uma catastrófica. Na África austral, existem presentemente 10 milhões de mulheres, homens e crianças a conhecer formas extremas do flagelo da fome. Malaui (segundo, neste, o governo, 70% da população de 11 milhões passam fome), Zimbábue, Lesoto e a Suazilândia são alguns dos países mais afetados.Em Moçambique e Angola (apesar de ter terminado a guerra), a situação é reconhecidamente trágica. Na África subsaariana, o número de pobres pode aumentar de 315 milhões em 1999 para 404 milhões em 2015, afetando perto de metade da população da região.Vamos para a nossa América do Sul. Registrou-se uma redução do número de pessoas subnutridas, que passou de 42 milhões para 33 milhões segundo a ONU.Mas, volto a linkar o que iniciei na postagem, sobre educação, e aqui abro um comentário desta educadora como tantas no mundo, é a educadora Marta Maffei, presidente da Internacional da Educação da América Latina e secretária-geral da Confederação dos Trabalhadores da Educação da Argentina, que em um debate temático 'Escola cidadã, Cidade Educadora, cita "na escola cidadã não se educa para a escola, mas para a vida". E também o comentário do Coordenador do II Fórum Mundial de Educação, Eliezer Pacheco. "A cidade educadora é uma cidade que educa para a cidadania. Educa a própria escola e é educada por ela", lembrando o caso das empresas coletoras de lixo, que devem ensinar a população a não jogar lixo nas vias públicas. Outro professor Pierre Fonkoua, associado à cátedra da UNESCO em Ciências da Educação, apontou a experiência de Porto Alegre na área da educação como um modelo a ser copiado. "As pessoas têm que aproveitar isto. Estamos vivendo o reino do virtual. Vivemos mais em rede do que em relações pessoais. Na África, 90% das escolas secundárias privadas são construídas em prédios sem pátio, sem espaço para brincar", lamenta Pierre.Friso que, estas pequenas linhas aqui apresentadas não são de uma pessoa versada em letras ou em conhecimentos aprofundados sobre relatórios e conferências de estudiosos sobre a fome, a miséria, a ausência da educação de base, ou da má distribuição de renda per capita.
Mas, de uma cidadã brasileira, vinda de um ensino educacional, do século XX, década de 1970, onde tudo o que se lia no contexto geral sobre a região Amazônica, era uma breve citação ao que somos enquanto povos Amazônidas. Sem nem sequer mencionar a própria história do seu Município (cito-me como exemplo, pois é uma realidade generalizada), ou a história do próprio Estado.
Quando vislumbro, conteplo, e convivo com a Amazônia, me perco nesta vastidão de oportunidades, com levantes de movimentos de falsos ambientalistas desenfreados e o descaso com o esclarecimento do que é ser e entender de Amazônia brasileira. Políticos, empresários, em sua maioria, preocupados em sugar mais e mais desse chão verde.
Sou mãe, e preocupo-me em saber destas estruturas necessárias, desconhecidas e pouco divulgadas em nossa tão democrática mídia do século XXI.
O acesso a informação se dá de forma isolada.
O que está sendo consumido nas escolas ou repassado com a oralidade?
Leituras abandonadas e sem incentivo. Bibliotecas e livrarias empoeiradas e aposenadas. Sabemos como o “aposentado” é tratado em nosso país!
Pensem um pouco, reflitam.
"Calar-me jamais.
Permitir não mais.
Mudar uma necessidade.
Contribuir com a Amazônia, um dever."
É somente uma forma de partilha de idéias.
Como sempre ressalto em minhas postagens: uma forma de nos puxar para o que se faz de fato em nossa tão querida região e/ou por ela.
Casamento de mundos resulta em equilíbrio.
Sempre levantarei esta Bandeira. A da Educação.
O banco de aula abre possibilidades, transforma lares.
Aguça e desenvolve pensadores.
E estes, serão futuros combatentes da fome e miséria da humanidade. Serão estes que contribuirão para que a Humanidade faça e salve-se de todas as mazelas geradas por nós.
Concluo aqui, dentro de mim, que sem Educação não tem Meio Ambiente que se mantenha e nem Ambientar-se ao Meio como tem que ser.....
Sem Educação não há fome que se combata.
Sem Educação não há o exercício da cidadania e democracia.
Sem Educação não há educação!
Humanidade instruída gera respeito!
Espero, com o belo que reside em cada um de nós possamos ser o movimento para despertar algo de bom dentro de cada um e por onde estivermos.
Paz e amor!
Tatiana Sobreira
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