Domingo dia 04 de Maio, por volta de 05h45minh da manhã a vida do caboclo muda mais uma vez na história do Amazonas e desta vez como sempre, ganha repercução Nacional. Vítimas de mais um naufrágio na via mais acessada do Norte do País. Fluvial.
Segundo relatos de passageiros eram mais de 100 pessoas a bordo de um barco.
Não se discute somente a fiscalização da capitania dos portos.
Mas sim, a quantidade de profissionais para atender a demanda da população.
Infrações ocorrem em todos os setores públicos e privados, mas, se faz crer qual a forma que se devem coibir tais procedimentos, sendo uma delas com a contratação de pessoal capacitado para assumirem cargos condizentes a respectivas funções.
Dimensões demográficas da região Norte e inacessibilidade são assuntos discutidos há décadas e décadas e nada avança com relação a tal.
Até hoje, os jornais revelam que somente 50 pessoas sobreviveram ao referido naufrágio.
Sou filha do interior do Amazonas..
Minhas estradas sempre foram os rios.
Um detalhe que sempre me chamou atenção, é que todas as rotas de navegação sejam elas pelo ar ou por terra, sempre tiveram sinalizações.
Aqui não discuto a fatalidade do ocorrido que foi um fenômeno da natureza chamado de rebojo, onde o mesmo segundo relato de caboclos, muda sempre de lugar. Mas, sim, questiono:
Porque em nossas vias fluviais não se criam formas de sinalizações das rotas freqüentes para o Alto Amazonas, Médio Amazonas, Madeira, etc...?
Falo não somente por estas vítimas, mas, tantas outras que outrora já vimos em frente aos nossos Municípios vir a óbito pelos mesmos motivos....
Teremos que por a prova outras vidas pela imprudência de nós mesmos?
Calar a boca é uma forma de negligência também!
Fica aqui o meu pesar pelas famílias de todos que em anos são perdidos nas águas de nossos Rios....
Como já dizia minha Mãe: “Rio, não tem cabelo!”
Fica o meu desabafo!
Tatiana Sobreira
Contato
email:tatianasobreiraam@gmail.com
skype:sahajadevi
(092)99718261
Segundo relatos de passageiros eram mais de 100 pessoas a bordo de um barco.
Não se discute somente a fiscalização da capitania dos portos.
Mas sim, a quantidade de profissionais para atender a demanda da população.
Infrações ocorrem em todos os setores públicos e privados, mas, se faz crer qual a forma que se devem coibir tais procedimentos, sendo uma delas com a contratação de pessoal capacitado para assumirem cargos condizentes a respectivas funções.
Dimensões demográficas da região Norte e inacessibilidade são assuntos discutidos há décadas e décadas e nada avança com relação a tal.
Até hoje, os jornais revelam que somente 50 pessoas sobreviveram ao referido naufrágio.
Sou filha do interior do Amazonas..
Minhas estradas sempre foram os rios.
Um detalhe que sempre me chamou atenção, é que todas as rotas de navegação sejam elas pelo ar ou por terra, sempre tiveram sinalizações.
Aqui não discuto a fatalidade do ocorrido que foi um fenômeno da natureza chamado de rebojo, onde o mesmo segundo relato de caboclos, muda sempre de lugar. Mas, sim, questiono:
Porque em nossas vias fluviais não se criam formas de sinalizações das rotas freqüentes para o Alto Amazonas, Médio Amazonas, Madeira, etc...?
Falo não somente por estas vítimas, mas, tantas outras que outrora já vimos em frente aos nossos Municípios vir a óbito pelos mesmos motivos....
Teremos que por a prova outras vidas pela imprudência de nós mesmos?
Calar a boca é uma forma de negligência também!
Fica aqui o meu pesar pelas famílias de todos que em anos são perdidos nas águas de nossos Rios....
Como já dizia minha Mãe: “Rio, não tem cabelo!”
Fica o meu desabafo!
Tatiana Sobreira
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